quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Inscrições abertas para cursos na África do Sul, Alemanha, Brasil e Índia

A Universidade Global do Trabalho (Global Labour University – GLU) convida sindicalistas a participarem nos cursos de mestrado no Brasil, na Alemanha, na Índia e na África do Sul. Os programas oferecem a oportunidade de estudar temas globais do mundo do trabalho e desafios sindicais juntamente com sindicalistas vindos de diferentes países. Além do curso, é feito também um estágio que dá a oportunidade de ter experiência de trabalho diretamente com organizações sindicais nacionais e internacionais. 

Os programas de mestrado na Alemanha, Índia, África do Sul e no Brasil fazem parte do Projeto Universidade Global, organizado pela Organização Internacional do Trabalho – OIT e é financiado pelo governo da Alemanha, além de fundações contando com a participação de universidades e organizações sindicais e de pesquisa de diversos países. 

Na América Latina, apenas a CUT participa como central sindical.

Os candidatos/as ao mestrado devem possuir ensino superior completo, inglês fluente e certificados como TOEFL 550/213 ou IELTS 6 (todos os cursos serão ministrados em inglês), disponibilidade para permanecer um ano fora (no caso indiano 2 anos) e comprovada experiência no movimento sindical (que deverá ser comprovada com cartas de recomendação), além de uma contra-partida pontual para a bolsa de estudos da organização sindical do candidato ou candidata de 1.500 euros, entre outros requisitos. 

Além disso, mulheres e jovens são incentivados a se candidatar.

As indicações devem ser feitas através das Confederações, Federações e Sindicatos Nacionais. Qualquer dúvida, por favor, entrem em contato com o Martinho (Assessoria da Secretaria Nacional de Formação – SNF) ou a Clair (Assessoria da Secretaria de Relações Internacionais) através dos emails snf@cut.org.br e sri@cut.org.br ou através dos telefones 11 2108 9279 ou 11 2108 9251.

IOS lança publicação que denuncia o esquentamento de madeira ilegal no PA

Sete anos após ter publicado uma pesquisa histórica sobre a existência de trabalho escravo na cadeia produtiva do aço, o Instituto Observatório Social volta ao Pólo de Carajás, no Pará e mostra como siderúrgicas se beneficiam de processos predatórios para garantir o suprimento de carvão vegetal produzido com madeira retirada de preservação ambiental. 

A cadeia produtiva do ferro-gusa no Pará é uma das que mais agride o meio ambiente. Estima-se que são desmatados, por ano, até cinco milhões de metros cúbicos de florestas nativas no estado para produção de carvão vegetal.
A produção de uma tonelada de ferro-gusa requer 875 kg de carvão vegetal. Para se chegar a essa quantidade, são necessários 2,6 mil kg de madeira seca (que, em média, tem uma densidade de 360 kg/m³ em matas nativas). Ou seja, esta matéria-prima exige o desmatamento de uma área de pelo menos 600 metros quadrados. 


Aqui para fazer o download do PDF da revista.

Bolsa de Pesquisa - INCT BIODIVERSIDADE E USO DA TERRA NA AMAZÕNIA

A Embrapa Amazônia Oriental e o Museu Emílio Goeldi convocam interessados em colaborar no desenvolvimento do projeto “Sustentabilidade dos usos da terra na Amazônia: uma investigação multidisciplinar”, vinculado ao projeto INCT Biodiversidade e Uso da Terra na Amazônia. São oferecidas duas vagas para bolsistas.
Entrevistador (1 vaga)
Digitador (1 vaga)
Processo de seleção
Os candidatos devem enviar currículo resumido e carta de referência para os seguintes emails:
cicaviana@gmail.com
luke.parry1@gmail.com
Até o dia 28 de fevereiro de 2011

 

http://www.museu-goeldi.br

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Sou paraense

Respeito é bom e todo mundo gosta


Governo do Estado repudia discriminação à paraense em Manaus

Diante do lamentável fato ocorrido na última segunda-feira (21) na cidade de Manaus, capital do Estado do Amazonas, amplamente divulgado pela imprensa e pela internet, envolvendo uma cidadã paraense e o prefeito daquele município, sr. Amazonino Mendes, o Governo do Estado do Pará se sente no dever de fazer as seguintes considerações:
1. É inaceitável que, em qualquer circunstância, um ser humano sofra qualquer espécie de discriminação. É deplorável, portanto, a atitude de uma autoridade pública, eleita pelo povo, que, ante um grave problema social, mostra desequilíbrio e destempero. Não satisfeito em dizer à mulher "morra!", o prefeito, ao saber que ela é paraense, destilou ironia e sarcasmo, dizendo "então está explicado", querendo insinuar que a atitude da mulher, cobrando por providências em uma área onde ocorreram desabamentos e mortes, se devia ao fato de a mesma ser oriunda do Estado do Pará.
2. Certamente, a atitude do prefeito não reflete o pensamento da maioria dos manauaras e amazonenses, que há séculos lutam bravamente com seus vizinhos amazônidas por uma sociedade mais justa e fraterna, e por uma Amazônia respeitada, nacional e internacionalmente.
3. É fato que muitos paraenses migraram para Manaus em busca de novas oportunidades. Como é fato, também, que muitos amazonenses (e brasileiros de todos os demais Estados) para cá vieram, todos em busca de um futuro melhor, em uma terra que os acolheu fraternalmente. Em ambos os casos, os povos amazonense e paraense receberam os migrantes de braços abertos, e não haveria outra maneira de fazê-lo, já que somos todos brasileiros.
4. O Pará, com seus imensos recursos naturais, sempre contribuiu para o desenvolvimento do país, respondendo decisivamente para o superávit da balança comercial graças às exportações, que, malgrado sua importância, não têm compensado os paraenses como deveriam. As injustiças fiscais estão entre as razões dos desequilíbrios regionais, pobreza e subdesenvolvimento, que, somados, forçam o povo a sobreviver, muitas vezes, fora da terra natal. A realidade é dura para todos na Amazônia, e é incompreensível que haja rancores entre nós e, lamentavelmente, alimentados por uma autoridade pública.
5. O Pará, formado pela soma de várias naturalidades e nacionalidades, lamenta o episódio ocorrido em Manaus, mas compreende que, acima de tudo, está a fraternidade entre os povos que sofrem e lutam por uma melhor qualidade de vida para todos, sem discriminação.
Por um Pará unido, por uma Amazônia unida, por um Brasil unido.
Governo do Estado do Pará

Da Redação
Agência Pará de Notícias

. Bolsas na França

Os beneficiários da bolsa Mistral recebem 6 mil euros no primeiro ano universitário, com a possibilidade de renovação no segundo ano (4,5 mil euros)


A Universidade de Avignon, na França, abriu inscrição para o programa Bolsa Mistral para Master, destinado a estudantes estrangeiros interessados em estudar na instituição fundada há mais de 700 anos. A inscrição pode ser feita até 14 de março.
O candidato à bolsa deve estar inscrito em um estabelecimento de ensino superior estrangeiro, ter excelente histórico universitário com o intuito de satisfazer o nível acadêmico e linguístico exigido pela formação e não ser beneficiário de outra bolsa de estudos. Não são aceitos estudantes que já morem na França.

Os beneficiários da bolsa Mistral recebem 6 mil euros no primeiro ano universitário, havendo a possibilidade de renovação no segundo ano (4,5 mil euros). Além disso, os bolsistas estão isentos da taxa de inscrição da universidade.

Terão prioridade candidatos originários de países emergentes ou em desenvolvimento, além dos estudantes provenientes de instituições parceiras da Universidade de Avignon.
Mais informações: www.univ-avignon.fr

JC e-mail 4205, de 22 de Fevereiro de 2011.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Convite

Mais informações do edital Fapespa e Ceplac - 35 bolsas de pesquisa

A Fapespa fará todo o gerenciamento do edital desde o período de submissão das propostas, que inicia no dia 02 de março, assim como o acompanhamento e prestação de contas juntos aos pesquisadores que forem contemplados. Só poderão ser submetidas propostas com execução exclusiva nas Superintendências Regionais da CEPLAC nos estados do Pará, Bahia e Rondônia e nas Gerências Regionais nos estados do Mato Grosso, Espírito Santo e Amazonas.

Há dois tipos de bolsas sendo disponibilizadas. As Bolsas de Extensão (EXP) são destinadas aos pesquisadores que possuam, no mínimo, graduação em um dos seguintes cursos: Agronomia, Engenharia Agrícola ou Engenharia Florestal. Já na modalidade Bolsas de Pesquisa (DTI), o candidato precisa ter título de Doutor ou de Mestre.

[Baixe aqui] O edital em pdf.
[Baixe aqui] Anexo 1
[Baixe aqui] Anexo 2
[Baixe aqui] Anexo 3
[Baixe aqui] Anexo 4

Belém receberá primeira oficina sobre segurança alimentar de quilombolas

Durante o evento, representantes das comunidades serão apresentados a pesquisa que avaliará a situação nutricional das crianças e o perfil socioeconômico dos remanescentes de quilombos 
 
Na próxima quarta-feira (23), o Hotel Beira Rio, em Belém (PA), sediará a primeira de uma série de oficinas organizadas pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). 

Nesses encontros, representantes de 173 comunidades quilombolas serão apresentados a pesquisa sobre segurança alimentar e nutricional que ocorrerá ao longo do ano. 

Após a oficina de Belém, a equipe de representantes do MDS segue para Santarém, onde ocorre a segunda etapa. A última reunião contará com a presença de comunidades de todo o Nordeste e está marcada para 16 de março, em São Luís, no Maranhão.


Contato – Mais informações podem ser obtidas no endereço eletrônico quilombolas@mds.gov.br.

ABAETETUBA - I Seminário de Pesquisa em Estudos de Língua e Literatura Vernácula



Realização: 21 e 22 de fevereiro de 2011, às 18h, no Auditório Cabanagem.
Informações:
e-mail 
» ppgellv@ufpa.br
site » http://www.ppgellv.ufpa.br/