sexta-feira, 9 de setembro de 2011

PROGRAMA REDE NACIONAL FUNARTE ARTES VISUAIS 8ª EDIÇÃO

O objeto deste Edital é realizar o Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais 8ª Edição, mediante a remuneração de pessoas físicas ou jurídicas que promovam o intercâmbio inter-regional por meio de um conjunto amplo de atividades e experimentações ligadas às artes visuais como: oficinas artísticas, oficinas de qualificação, workshops, palestras, performances, audiovisual, instalações, novas mídias, seminários, intervenções, exposições, atividades pedagógicas e pesquisa de linguagem.

Dessa forma, visa fomentar a reflexão e o debate sobre as artes visuais; desenvolver instrumentos de capacitação para artistas e técnicos do setor; promover a circulação dos profissionais da área e de seu conhecimento por todo o país e estimular a formação de público.

Clique abaixo, leia mais e veja os prazos de inscrição.


Preparem as câmeras: Seda com inscrições abertas

O cinema existe porque há dois grupos de pessoas no mundo: gente que assiste a filmes e gente cuja paixão é fazê-los. Entre os dias 13 e 16 de setembro, quem se interessa por produção cinematográfica vai poder se unir aos seus iguais e debater alternativas práticas durante a Semana do Audiovisual – Seda. Com oficinas, discussões, rodas de conversa e mostras, o festival conta com a participação de produtoras, críticos e realizadores de cinema. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.garfoefaca.net/seda. A ordem é pôr a mão na massa!


Muito mais do que propor uma reflexão sobre cinema, a Seda Belém tem como objetivo despertar o ato, o fazer. “A programação está bastante voltada para a produção, mas é lógico que não descartamos a importância de estimular o senso contemplativo e a discussão que emerge dele, por isso optamos em dividir as atividades em dois eixos: o prático e o conceitual, mas o foco é a experiência”, esclarece Mateus Moura, curador da Seda.


É nas oficinas que a ação se fará mais presente. São quatro opções, cada uma numa área de abrangência do estudo cinematográfico: Stop motion, pelo o projeto Animar; Experimentação Audiovisual com baixos custos, com a Antifilmes Produções; Linguagem Cinematográfica, com a Associação Paraense dos Jovens Críticos de Cinema; Confecção de utilitários artesanais para produção cinematográfica, com o projeto Reconstruções.


Além das oficinas, a Seda conta também com mostras de filmes locais de produtoras independentes, no Cine Líbero Luxardo, e mesas de debate que acontecerão na Livraria Saraiva, parceira do festival.
 
A Seda é um projeto que faz parte da programação nacional do Circuito Fora do Eixo – uma articulação colaborativa de coletivos que trabalham com cultura independente. O festival acontece em 40 cidades brasileiras e tem como principal objetivo propiciar a interação entre o audiovisual e outras expressões artísticas.


Esta será a primeira vez que o festival acontece em Belém, onde é realizado pela frente estadual do Fora do Eixo e pela Associação Paraense dos Jovens Críticos de Cinema, com apoio do Governo do Estado. Mesmo focada no cinema, a edição local da Seda também busca a relação com as demais artes, tendo espaço para a discussão sobre a interação entre o audiovisual e o teatro, a performance e a música.


PARTICIPE
Informações no site www.garfoefaca.net/seda e pelos telefones 8154-1386 e 8372-8367.

(Diário do Pará)

PAOF traz 10 florestas nacionais passíveis de concessão em 2012 - 7 no Pará

Pará, Acre e Rondônia concentram as flonas que poderão ser concedidas para a produção sustentável de madeira e não madeireiros. Critérios para facilitar acesso de pequenas empresas aos lotes de concessão e para promover a instalação parques tecnológicos foram incluídos no PAOF

Dez florestas nacionais (flonas) integram a lista de florestas públicas que poderão ser concedidas no próximo ano, segundo o Plano Anual de Outorga Florestal (PAOF) 2012. Juntas, somam 4,4 milhões de hectares, dos quais 2,8 milhões têm potencial para a produção sustentável.


Entre as flonas passíveis de concessão, sete estão no Pará – são as flonas do Jamanxim, de Altamira, do Crepori, do Amana, de Caxiuanã, do Trairão e de Saracá-Taquera; duas no Acre – flonas do Macuã e de São Francisco; e uma em Rondônia, a Flona de Jacundá.

A concessão é uma forma de gestão das florestas públicas na qual empreendedores têm acesso à áreas para extrair madeira e produtos não madeireiros de forma legal e sustentável por meio de licitação realizada pelo Serviço Florestal Brasileiro.

Área produtiva
Segundo estimativas do PAOF, a produção potencial de madeira nessas flonas é de 1,8 milhão de metros cúbicos por ano para uma produtividade de 25 metros cúbicos por hectare/ano.

Segundo o documento, essa quantidade corresponde a 19% do consumo total de toras na Amazônia, de acordo com dados dos sistemas eletrônicos de controle florestal dos órgãos ambientais.
“A tendência é que as concessões florestais ganhem relevância cada vez maior ao longo dos anos, fornecendo madeira legalizada e de fonte sustentável ao mercado, afirma o diretor geral do Serviço Florestal Brasileiro, Antônio Carlos Hummel.

Os cálculos baseiam-se na produção anual em uma área de 2,8 milhões de hectares, respeitado o ciclo de corte, e não nos 4,4 milhões de hectares das flonas porque os planos de manejo dessas unidades de conservação destinam apenas parte da área total para a extração sustentável.
Em uma análise preliminar em relação às flonas que já possuem plano de manejo, as áreas com aptidão para o manejo florestal sustentável empresarial variam de 51% a 82% do total da área da unidade de conservação.

Seleção
Para definir as áreas passíveis de concessão, o Serviço Florestal usa o Cadastro Nacional de Florestas Públicas (CNFP), que registrava, em abril de 2011, cerca de 213 milhões de hectares de florestas públicas federais cadastradas. Deste total, foram excluídos 98%, por se tratarem de terras indígenas, unidades de proteção integral e áreas sob outras restrições.


Aplicados todos os filtros, só entram no PAOF as florestas nacionais que têm plano de manejo ou aquelas em que esse documento é previsto para ser lançado no ano de vigência do Plano Anual de Outorga Florestal.
A elaboração do Plano considerou, ainda, diversas iniciativas, como o Plano Nacional de Reforma Agrária, o Programa Agricultura de Baixo Carbono, o Programa Nacional de Florestas, o Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal, o Plano Nacional sobre Mudança do Clima, o Macrozoneamento Ecológico-Econômico da Amazônia Legal, entre outros.

Pequenas empresas e parques tecnológicos
O PAOF estabelece os parâmetros para definição de tamanhos das unidades de manejo a serem concedidas, considerando aspectos regionais, como o porte dos agentes envolvidos na cadeia produtiva. Para facilitar o acesso de pequenas empresas ao processo de concessão florestal, todos os editais de concessão em 2012 devem ofertar ao menos uma unidade de manejo pequena (até 30 mil hectares).

As concessão florestais visam o desenvolvimento das regiões onde são promovidas. Nesta perspectiva, o PAOF 2012 definiu que, a cada dois lotes de concessão florestal licitados em 2012, pelo menos um deve conter unidades de manejo de tamanho grande (no mínimo 60 mil hectares), para promover empreendimentos que permitam a instalação de parques tecnológicos com elevados aportes de capital.

PAOF
O PAOF foi instituído pela Lei no 11.284/2006 (Lei de Gestão de Florestas Públicas), como instrumento de planejamento das ações da União voltadas à produção florestal sustentável por meio da concessão onerosa de florestas públicas, naturais ou plantadas, para a exploração de recursos madeireiros, não madeireiros e serviços.


Acesse aqui o documento.
Contato para a Imprensa
Divisão de Comunicação do Serviço Florestal Brasileiro
(61) 2028-7130/ 7293/ 7277/ 7125
comunicacao@florestal.gov.br

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

google

Sou o produto da minha caminhada, uma caminhada rumo aos sonhos da qual não desisti.
Pâmela Filipini


Sucesso na sua caminhada curta ou longa.