quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Profissões de Futuro: carreiras técnicas na Petrobras

“Até 2015, devem surgir mais de 50 mil vagas por ano para técnicos na indústria de petróleo, gás e energia e também no segmento naval – indústria naval e estaleiros”. 

A mensagem de abertura do site www.profissoesdefuturo.com.br, tem por objetivo revelar a estudantes de todo o país as oportunidades de carreira de nível técnico, oferecidas pelo setor de petróleo e gás, em um cenário que projeta investimentos da Companhia, entre 2011 e 2015, da ordem de US$ 224,7 bilhões.

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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

MEC antecipa as notas do Enem 2011

Ministério da Educação antecipou os resultados, que sairiam em janeiro.

http://portal.mec.gov.br

Bom dia!

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"Ser diferente pode ser mais estimulante do que ser o melhor"


ICED (UFPA) - Revista Artifícios: chamada de trabalhos

 Os trabalhos podem ser provenientes de estudos e pesquisas em nível de mestrado e doutorado, para publicação no próximo número da revista.
 Os trabalhos serão publicados em suas quatro seções: 1. Dossiê Subjetividade, Linguagem, Diferença e Educação; 2. Artigos (temas livres no campo educacional); 3. Experiências de Escrituras; 4. Entrevista.

Inscrição: até 19 de fevereiro de 2012.
Informações:
site 
» http://www.artificios.ufpa.br/

A Amazônia morre e os jornais não vêem


Nos últimos dias, dados preliminares de desmatamento da região foram anunciados como "boa notícia" ao mostrar que a destruição reduziu velocidade, quando apenas querem dizer (se comprovados) que o tumor causou a amputação de parte menor do corpo. Enquanto governo e imprensa fazem festa, o paciente morre. Procedimentos essenciais do jornalismo determinam a desinformação sobre o desaparecimento da maior floresta do mundo.

Um exemplo: no dia 16/10, a Folha deu manchete para um inédito levantamento de todas as obras de infraestrutura do PAC para a Amazônia. A reportagem saiu em "Mercado" e pela primeira vez foi possível ver que está em curso uma série de obras com dinheiro da União que, tantas sendo, não podem ser benignas numa floresta atacada há 40 anos. Mas, como o jornal é dividido em editorias e as notícias devem se submeter a elas, a mesma edição do jornal revelava na editoria "Ciência", páginas distante, que o "País faz mais obras, mas diminui gasto com conservação".

A separação das notícias tira do leitor a capacidade de entender fatos complexos, como o atual processo de destruição da Amazônia. O fracionamento faz com que a tramitação do Código Florestal no Congresso seja tratada em páginas de política; obras de infraestrutura na Amazônia, em economia; o ritmo da devastação florestal, em ciência; as mudanças dramáticas no clima amazônico, em meteorologia.

 A confusão de índices de desmatamento é semelhante à cobertura da inflação anos atrás: em 1989, uma redução da alta de preços de 80% para 20% seria notícia boa se o índice tendesse a zero, o que se deu com o Plano Real, em 1994. Já a destruição da Amazônia não tem Plano Real à vista: o governo federal quer estabilizar o desmatamento em 5 mil km²/ano, área de três cidades de São Paulo. Assim, de "boa notícia" em "boa notícia", a floresta morre.

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