Amazônia, Baixo Tocantins, biodiversidade, sustentabilidade, cidadania, cultura e oportunidades .
terça-feira, 17 de maio de 2011
V Simpósio Internacional de Geografia Agrária e do VI Simpósio Nacional de Geografia Agrária
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Oitava edição do Festival do Miriti - Abaetetuba
reprodução
Os traços criativos e o colorido dos brinquedos de miriti darão, mais uma vez, o tom da maior festa popular de Abaetetuba, no Nordeste do Estado: o Festival do Miriti (Miritifest).
A oitava edição do evento, que já é considerado patrimônio cultural do Estado, acontece de 6 a 8 de maio e contará com apoio da Companhia Paraense de Turismo (Paratur).
Parceria nesse sentido será possível por meio de convênio para repasse de valores, celebrado entre a instituição e a Associação dos Artesãos de Brinquedos e Artesanatos de Miriti do município.
(Diário Oficial)
Imagem do dia
Tauaré, rio Tocantins/Mocajuba (Foto: Trindade, MJS/2011)
Clarice Lispector
Eu sou à esquerda de quem entra. E estremece em mim o mundo. (...) Sou caleidoscópica: fascinam-me as minhas mutações faiscantes que aqui caleidoscopicamente registro.Sou um coração batendo no mundo.
prorrogado para o dia 30 de maio - Edital "Mobilizando Recursos Locais”
O edital prioriza projetos na área da juventude, financiando ações de combate à violência, geração de renda, preservação ambiental, educação, cultura, lazer, saúde, segurança alimentar e nutricional, acesso à água, habitação e meio ambiente. Também são aceitos projetos na área da infância.
Para se inscrever no edital a instituição ou grupo de voluntários deve enviar seu projeto social, descrevendo também a sua proposta de mobilização de recursos junto à comunidade.
O valor máximo por projeto será de R$ 8 mil, sendo R$ 4 mil previstos para serem levantados pelo grupo e R$ 4 mil da CESE. As inscrições são aceitas somente pela internet. O formulário e as orientações estão disponíveis no site http://www.cese.org.br/.
Instituições interessadas em enviar projeto para o Edital podem tirar dúvidas pelo telefone(71) 2104-5459 ou pelo email acaoparacriancas@cese.org.br.
Para se inscrever no edital a instituição ou grupo de voluntários deve enviar seu projeto social, descrevendo também a sua proposta de mobilização de recursos junto à comunidade.
O valor máximo por projeto será de R$ 8 mil, sendo R$ 4 mil previstos para serem levantados pelo grupo e R$ 4 mil da CESE. As inscrições são aceitas somente pela internet. O formulário e as orientações estão disponíveis no site http://www.cese.org.br/.
Instituições interessadas em enviar projeto para o Edital podem tirar dúvidas pelo telefone(71) 2104-5459 ou pelo email acaoparacriancas@cese.org.br.
Ilhas em disputa no Pará são da União, diz SPU
Imbróglio judicial envolve Estado e Governo Federal por titulação (Foto: Mário Quadros)
Rechaçando entendimento exposto pelo presidente do Instituto de Terras do Pará (Iterpa), Carlos Lamarão, em matéria publicada pelo DIÁRIO no domingo passado, 8 de maio, o superintendente da SPU no Pará, Lélio Costa, sustenta que a lei ampara o domínio da União Federal sobre cerca de sete mil ilhas existentes no Estado do Pará.
Em sua correspondência, enviada ao DIÁRIO DO PARÁ, o superintendente da Secretaria do Patrimônio da União afirma que, sobre as ilhas caracterizadas como costeiras ou localizadas em zona onde se faça sentir a influência das marés, a União detém domínio diferenciado sobre várias tipologias de áreas existentes sobre as mesmas. Entre estas as áreas de manguezais, compreendidas como leito do mar territorial ou de rios federais, bem como os terrenos de marinha e as ilhas costeiras.
Em relação às ilhas costeiras e às situadas nas zonas onde se faça sentir a influência das marés, ressalta o superintendente da SPU que é necessário esclarecer que o dispositivo constitucional, ao declará-las como bens de domínio da União, o fez em relação às suas áreas centrais, também denominadas “interior nacional”.
Sobre essas áreas centrais, o superintendente sustenta que é admitida a dominialidade plena de terceiros, por legitimo título de propriedade. “Por isso mesmo, a União não vem procedendo a regularizações sobre essas áreas”, conforme frisou, revendo e, se for o caso, convalidando titulações antigas e também aquelas procedidas pelo Iterpa, “na presunção de que suas fossem”.
Lélio afirma que as regularizações das populações ribeirinhas tradicionais, e que vem sendo implementadas pela União, se dá, “tão somente, sobre as áreas constituídas de várzeas,enquanto leitos de rios federais, e terrenos de marinha, de indiscutíveis domínios da União” diz ele. (Diário do Pará)
Lélio afirma que as regularizações das populações ribeirinhas tradicionais, e que vem sendo implementadas pela União, se dá, “tão somente, sobre as áreas constituídas de várzeas,enquanto leitos de rios federais, e terrenos de marinha, de indiscutíveis domínios da União” diz ele. (Diário do Pará)
sábado, 14 de maio de 2011
Bom final de semana à todos!!!
(Foto: Trindade, MJS)
A neve e a tempestade matam as flores, mas nada podem contra as sementes... (Desconhecido)
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